Tanto esperei que desencorajei de chegar perto e falar qualquer coisa para saber de onde você veio, qual o seu nome e como poderia te encontrar outras vezes.
Desencorajei quando a vi chegando perto, te abraçando, tão íntima e amiga.
Desencorajo do que não vale a pena; e admito abrir mão do que vale a pena também.
Quem sabe o tal do destino não me vê perdida em alguma rua qualquer e te põe na mesma calçada? Eu juro que esbarro, deixo cair algo, peço informação.Quem sabe eu encorajo de vez?!
Você escreve com muito sentimento.
ResponderExcluirAdorei o blog, espero que escreva mais.
Estou te seguindo.
Grande abraço,
Raphael